sexta-feira, 26 de novembro de 2010

metaforica ilusão

rasgar o céu,encontrar o infinito
o azul do mar,me soa tão bonito
rasgar o inferno,meu coração de marmorie explodiu
o vermelho das chamas,o cavalo se acanha
sentes medo,trava,olha pra traz
lembro me de outrora,onde meu escudeiro me defendia
hoje minhas asas de icaro não podem mais voar
demonios correm pela tempestade,tropeçam
rastejam,se arrastam pelo chão
em minhas veias não existe mais pulsar
ser humano triste,condenado a sangrar
lagrimas enxarcam o telhado
telhas caem ao chão
se desfazem como pó,igual ao meu coração
me chamaste de praga
demonio das chagas
perfuram com estacas
envenenando o meu pobre coração
sorrisos tão roboticos,forçosos
não merecem compaixão
tomando acido sufurico
não é possivel se engasgar

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